Fonti energetiche rinnovabili Risparmio Energetico Altre Fonti Kyoto e certificati verdi I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 1 INDICE DELLE PAGINE titolo relazione Computo preventivo Gli acquisti materiale Il lavoro sociale Le proprietà dei materiali strumenti d’uso Il tester al pomodoro Il progetto Le fasi di lavoro La teoria Le tabelle UNI Traduzione internazionale Le difficoltà Il consuntivo Una scuola anche per Donne I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 2 I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 3 I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 4 V ig n e tta tra tta d a A v v e n ir e d e l 1 5 a p rile 2 0 0 8 F o to tra tta d a A v v e n ir e d e l 1 8 /4 /2 0 0 8 … o g g i! I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 5 A p p u n t i d i E t ic a E c o lo g ic a L ’ E c o l o g i a è l o s t u d i o d e l l a “ c a s a ” ( “ o i k o s ” ) i n c u i v i v i a m o , c i o è d e l l ’ a m b i e n t e . Q u e l l o d e l l ’ e c o l o g i a è u n s e tto re d i g ra n d e im p o rta n z a , c h e c o in v o lg e in m o d o d ire tto la r e s p o n s a b ilità u m a n a v e r s o la n a tu r a . L 'E c o s i s t e m a è u n i n s ie m e d i e s s e r i v i v e n t i p r e s e n t i i n u n d e t e r m i n a to a m b i e n t e f i s i c o - c h i m i c o ( n o n v i v e n t e ) . L 'e c o s i s t e m a è l 'i n t e r a z i o n e f r a l a p a r t e v i v a ( a n i m a l i e v e g e t a l i ) e l a p a r t e n o n v i v a ( s u o l o , r o c c e , c lim a , s o le , a ria ). L ’ u o m o d e v e a v e r e c o n s a p e v o l e z z a e c o l o g i c a , c h e è p u n t o d i p a r t e n z a p e r v i v e r e i n p ie n e z z a i d o n i d e lla v ita e d e lla n a tu ra . I l l a v o r o u m a n o m i r a a f a r e d e l l ’ a m b i e n t e u n a d e g n a d i m o r a p e r l ’ u o m o , d o v e e g l i p o s s a ric a v a rn e q u a n to è n e c e s s a rio n o n s o lo a l s u o s o s te n ta m e n to , m a a lla s u a r e a liz z a z io n e c o m e u o m o . Il m o n d o n o n è c o s t i t u i t o d a c o m p a r t i m e n t i s t a g n i , o g n i i n t e r v e n t o s u u n s i n g o l o e c o s is te m a s i rip e rc u o te s u lla g lo b a lità . S ’ i m p o n e , a l l o r a , i l p a s s a g g i o d a : o u n ’e tic a d e lla lib e r tà (“ e th o s ” = “ c o m p o rta m e n to , p ra s s i, a z io n e ” ) o a u n ’e tic a d e lla r e s p o n s a b ilità c h e a b b ia c o m e c rite rio a n c h e il b e n e d e ll’a ltro e d e lla n a tu ra . U n ’a z io n e u m a n a s u ll’a m b ie n te p u ò q u a lific a rs i in p iù s e n s i: C o m e u n c a m b i a m e n t o i n a v a n t i , c h e i n t r o d u c e d e l l e n o v i t à , d e l l e s it u a z i o n i o r i g i n a l i p o s i ti v e o n e g a tiv e , u n o s ta to n o n p rim a e s is te n te ; C o m e u n c a m b ia m e n to a ll’in d ie tr o , c h e rip ris tin a u n a s itu a z io n e p re c e d e n te (p o s itiv a o n e g a tiv a ); C o m e l’a s te n s io n e d a o g n i in te r v e n to s u ll’a m b ie n te o il te n ta tiv o d i fre n a re i c a m b ia m e n ti a m b ie n ta li. L ’ a n t r o p o c e n t r i s m o ( “ l ’ u o m o a l c e n t r o d e l l ’ u n i v e r s o ” ) a l l a r g a g l i o r i z z o n t i d e l l e v i r t ù e c o l o g i c h e q u a n d o lo s g u a rd o d e lla g iu s tiz ia d iv e n ta p iù p ro fo n d o a lim e n ta n d o s i d i s o lid a r ie tà u m a n a : la te rra è e s s e n z ia lm e n te u n ’e re d ità c o m u n e i c u i fru tti d e v o n o e s s e re a b e n e fic io d i tu tti. L ’ a m b i e n t e v a p r o t e t t o e t u t e l a t o p e r c h é l ’ u o m o è c h i a m a t o a c o n d i v i d e r e e a t r a s m e t t e r e l ’ a m b i e n t e s a n o a g li a ltri u o m in i. L a re s p o n s a b ilità d e ll’u o m o p e r la n a tu ra è r e s p o n s a b ilità p e r c u s to d ir e l’e r e d ità e n o n p e r la s c ia re u n d e s e r to a l p o s to d i u n g ia rd in o . S e r v o n o m o d e l l i d i s v i lu p p o c h e s o d d i s f i n o l e e s i g e n z e d e l l e g e n e r a z i o n i p r e s e n t i s e n z a c o m p r o m e t t e r e i d iritti d i q u e lle fu tu re . S i a l a c o n c e z i o n e d e l l a n a t u r a c o m e l i m i t e , o s s i a c o m e o s t a c o l o a l d i s p i e g a m e n t o d e l l e a t t i v i t à u m a n e , d e l q u a le s i m ira q u in d i a d a v e re il c o n tro llo , s ia q u e lla c h e la in te n d e c o m e m e ro o g g e tto , in q u a n to ta le u t i l i z z a b i l e s e n z a a l c u n a r e s t r i z i o n e , e l e m e n t o a d i s p o s i z i o n e d e l l 'u m a n i t à p e r i s u o i s c o p i , h a n n o c o n t r i b u i t o a l l 'a f f r a n c a m e n t o d e l l ’ u o m o d a l l a n a t u r a . L a f i d u c i a n e l l e p o t e n z i a l i t à e n e i s u c c e s s i d e l l a s c i e n z a e d e l l a t e c n i c a h a s p e s s o i m p e d i t o d i v a lu t a r e l e c o n s e g u e n z e c h e n e l l u n g o p e r i o d o u n i m p i e g o d i s s e n n a t o d e l l e r i s o r s e a v r à s u l d e s t i n o d e l l ’ u m a n i tà , d e g l i a ltri e s s e ri v iv e n ti e d e l m o n d o n a tu r a le n e l s u o in s ie m e . A l l ’ a m b i e n t e è s t a t o s p e s s o r i c o n o s c i u t o s o l t a n t o u n v a l o r e q u a n t i f i c a b i le e m o n e t i z z a b i l e c o n n e s s o a l s u o u s o , m a è a n c o ra p o s s ib ile m is u r a r e il p r o g r e s s o a v e n d o c o m e u n ic i p a ra m e tri i b is o g n i d e ll’u o m o c o n te m p o ra n e o e il s u o d e s id e r io d i a c c re s c e re in m a n ie ra illim ita ta il b e n e s s e re m a te ria le ? O r a , è l a s t e s s a d r a m m a t i c a d i m e n s i o n e d e l d is s e s t o e c o l o g i c o a d i n s e g n a r c i q u a n t o l a c u p i d i g i a e l’e g o is m o in d iv id u a li o c o lle ttiv i s ia n o c o n tra ri a ll’o rd in e d e lla n a tu ra , n e l q u a le è in s c ritt a la m u tu a in te r d ip e n d e n z a . I l p r o b l e m a a m b i e n t a l e d e v e e s s e r e a f f r o n t a t o n o n s o l o a l i v e l l o p e r s o n a l e e l o c a l e , m a s o p r a t t u t t o a ttra v e rs o in te rv e n ti e c o o rd in a m e n ti g lo b a li. L ’ u o m o è c h i a m a t o n o n s o l o a r i p e n s a r e a l l o s f r u t t a m e n t o d e l l e r i s o r s e n a t u r a l i , m a a c o n s i d e r a r e a n c h e le im p lic a z io n i s o c ia li c h e q u e s te a z io n i c o m p o rta n o n e lla p o p o la z io n e m o n d ia le . S i p a r l a d i e c o l o g i a d e l l ’ a m b i e n t e , m a o c c o r r e p o r r e a t t e n z i o n e a n c h e a l l ’ e c o l o g i a u m a n a , i n t e s a c o m e b e n e sse r e e o n e s tà d ’a z io n e . S i g u a r d a o g g i c o n t a n t a s p e r a n z a a l l e “ f o n t i r i n n o v a b i l i ” , c i o è a l l e f o n t i d i e n e r g i a a l t e r n a t i v a . Q u e s te s o n o u n m o d o d i o tte n e re e n e rg ia e le ttric a fo n d a m e n ta lm e n te d iffe re n te d a q u e lla o tte n u ta c o n l 'u t i l i z z o d e i c o m b u s t i b i l i f o s s i l i , c h e c o s t i t u i s c o n o l e f o n t i " n o n r i n n o v a b i l i " . L e p iù in te re s s a n ti e p ra tic a b ili e n e r g ie a lte r n a tiv e s o n o : la S O L A R E , l’E O L I C A , a I D R O G E N O , le B I O M A S S E , la T E R M O V A L O R I Z Z A Z I O N E , il B I O D I E S E L . I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato ETICA & LAVORO 6 I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 7 SCHEMA UTILIZZATO PER LA RELAZIONE TECNICA 1. Dati per identificazione 2. 3. Titolo esperienza Scopo / risultato prefissato Leggi, formule e conoscenze applicate 4. 5. Attrezzature e strumentazioni utilizzate 6. Avvertenze, norme di sicurezza applicate 7. 8. Materiali Descrizione esperienza ( procedimento accompagnato da schema di 1. montaggio e della apparecchiature ) Osservazioni varie, accorgimenti usati e relative motivazioni I.T.I.S.Nullo Bldini Ra 10. Conclusioni Progetto Integrato 8 XZXZX L'energia solare Tutte le fonti di energia sul nostro pianeta hanno un'origine comune: la radiazione solare. Gli stessi combustibili fossili (carbone, petrolio, gas naturale) derivano dalla trasformazione di materiali organici formatisi con la fotosintesi grazie all'energia solare. La radiazione è di circa 1.353 watt/m2 su una superficie perpendicolare ai raggi del sole. I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 9 La radiazione solare rende disponibile sulla superficie terrestre una potenza immensa (178.000 miliardi di kilowatt), sufficiente a coprire circa 15.000 volte l'attuale consumo energetico mondiale. Una parte di questa energia viene riflessa verso lo spazio o irradiata nello spazio come radiazione infrarossa. Un’altra parte del flusso alimenta il ciclo dell’acqua. I gradienti termici dell'atmosfera, producono l’energia cinetica dei venti (energia eolica), che da soli dissipano un'energia pari a 30 volte il consumo energetico mondiale. I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 10 I flussi della radiazione solare I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 11 Insolazione nei Mesi dell'anno I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 12 Del sole cosa ne possiamo fare? Allo stato delle tecnologie, ci sono varie forme di utilizzo più o meno diretto dell'energia solare. 2 sono le forme più diffuse e conosciute: i sistemi solari fotovoltaici e i sistemi solari termici, ovvero la trasformazione della radiazione solare in elettricità e la trasformazione in calore. I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 13 Il solare ELETTRICO La produzione di corrente elettrica con energia solare Con il processo fotovoltaico si ha la generazione diretta di corrente elettrica dall'energia raggiante del sole per mezzo di celle solari costituite da materiali semiconduttori che, se colpiti da onde elettromagnetiche (come ad esempio la luce del sole), producono subito una determinata tensione elettrica tra la superficie irradiata e quella non esposta, ad esempio una lamina molto sottile. I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 14 Il solare ELETTRICO Si stanno sperimentando e utilizzando anche l'arseniuro di gallio, composti di cedmio e selenio, di solfuro rameico e di solfuro di cadmio e altri semiconduttori, ognuno dei quali ha delle specificità che alzano il rendimento. Materiali a confronto M A T E R I A L E S E M I C O N D U T T O R E R E N D I M E N T O S ilic io , c r is t a llin o 1 2 , 0 0 % 2 0 , 0 0 % S ilic io , a m o r f o 4 , 0 0 % 6 , 0 0 % A r s e n io d ig a llio 2 5 , 0 0 % 3 0 , 0 0 % S o lf u r o r a m e ic o 5 , 0 0 % - 9 , 0 0 % S o lf u r o d ic a d m io I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 15 Il solare ELETTRICO Il limite del progetto FOTOVOLTAICO La produzione di corrente elettrica dall'energia solare rappresenta un metodo quasi ideale per coprire una parte del fabbisogno energetico. Questo sistema presenta soltanto un grande svantaggio: si può disporre di energia elettrica soltanto nelle ore di sole o almeno alla luce del giorno; I'energia ricavata aumenta con l'intensità deII'insoIazione. E' difficile Accumulare. I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 16 Il solare ELETTRICO I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 17 Il solare TERMICO Una parte della radiazione solare è costituita dalla radiazione termica. Ma anche una buona percentuale della luce visibile e della radiazione ultravioletta si trasforma in calore, quando cade su un corpo adatto (ad esempio un corpo nero). I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 18 Il solare termico Basta una superficie limitata di collettori solari (circa 6-10 m2 per una famiglia composta da 4 a 8 persone) e un accumulo relativamente piccolo (0,5-1 m3). Inoltre la temperatura dell'acqua calda, generalmente usata, è relativamente bassa, e quindi si possono ottenere dei buoni rendimenti anche con un impianto relativamente semplice. I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 19 Il solare termico I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 20 Il solare termico I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 21 Il solare termico Quantità giornaliera di acqua calda, in litri al giorno, prodotta da 1 m2 di impianto solare; inclinazione 30°, orientamento sud. EFFICIENZA GEN FEB MAR APR MAG GIU LUG AGO SET OTT NOV DIC BUONA 51 65 78 96 110 115 122 204 100 80 52 44 MEDIA 45 58 71 87 98 103 110 107 91 72 47 39 BASSA 40 52 63 77 88 93 98 95 81 64 41 34 I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 22 Il solare termico Risparmi ottenibili I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 23 Energia Eolica Il vento, come l'acqua, è la prima e più antica sorgente di energia meccanica d'origine naturale, sperimentata dall'uomo; vento ed acqua, figlie del sole, sono due fonti inesauribili di energia. Siamo passati dalle vele, ai mulini, fino ad arrivare, oggi, alla generazione di elettricità. I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 24 Energia Eolica L’energia eolica è una fonte di energia rinnovabile molto diffusa e disponibile sotto forma meccanica. A sua volta può essere trasformata con un buon rendimento in elettricità ma è utilizzabile anche per il pompaggio e per uso industriale. Le macchine in grado di trasformare l’energia I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato eolica 25 I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 26 Energia Eolica 1. Rotore 2. sistema frenante 3. moltiplicatore di giri 4. generatore 5. Il sistema di controllo 6. La navicella e il sistema di imbardata I.T.I.S.Nullo Bldini Ra 7. La torre e le Progetto Integrato fondamenta 27 Energia Eolica LA PALA opera a seconda della forza del vento; al di sotto di una certa velocità la macchina è incapace di partire; perché ci sia l’avviamento è necessario che la velocità raggiunga una soglia minima di inserimento, diversa da macchina a macchina (circa 4-5 m/s). I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 28 Energia Idroelettrica Energia idroelettrica è un termine utilizzato per indicare l’energi a ottenibile a partire da una caduta d’a cqua e convertendo l’energia meccani ca, contenuta nella portata, in elettrica. I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 29 Energia Idroelettrica Quindi la potenza di un impianto idraulico dipende da due fattori: il salto (cioè il dislivello esistente fra la quota a cui è disponibile la risorsa idrica svasata e il livello a cui la stessa viene restituita dopo il passaggio attraverso la turbina) la portata (la massa d'acqua che fluisce attraverso la macchina espressa per unità di tempo). I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 30 Energia Idroelettrica I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 31 Realizzati a valle di opere di presa per il prelievo di acqua potabile. La turbina viene posta in sostituzione di apposite valvole utilizzate per diminuire la velocità dell'acqua prima che entri nelle vasche per la potabilizzazione. Esempio di turbina su condotta: Salto: 450m; Portata: 10l/s; Potenza max: 40kW; Produzione annua attesa: 250 MWh I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 32 Energia Idroelettrica In base alla taglia di potenza nominale della centrale, gli impianti si suddividono in: Grandi-impianti: P > 10 MW Mini-idroelettrico: 100 kW < P < 10 MW. Micro idroelettrico : 5 < P (kW) < 100; Pico-idroelettrico: I.T.I.S.Nullo Bldini Ra P fino a 5 kW; Progetto Integrato 33 Le celle a H2 La reazione elettrochimica spezza le molecole del combustibile o del comburente (di solito ossigeno atmosferico) in ioni positivi ed elettroni; questi ultimi, passando da un circuito esterno, forniscono una corrente elettrica proporzionale alla velocità della reazione chimica, e utilizzabile per qualsiasi scopo. I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 34 Problemi I problemi connessi all'uso dell'idrogeno come combustibile sono essenzialmente la sua scarsa densità energetica su base volumetrica che richiede, per il suo stoccaggio, cilindri in pressione, in alternativa uno stoccaggio criogenico a 20 kelvin, o uso di metodologie di confinamento tramite spugne ad idruri metallici. I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 35 Nel caso di uso del solo idrogeno, la sicurezza del sistema è spesso citata come un grave problema, ma nell'uso operativo, se si adottano particolari accorgimenti come l'utilizzo di fonti di idrogeno a rilascio controllato (quali gli idruri metallici), l'idrogeno può essere più sicuro della benzina. I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 36 Biomasse Biomassa è un termine che riunisce una gran quantità di materiali, di natura estremamente eterogenea. In forma generale, si può dire che è biomassa tutto ciò che ha matrice organica Le principali applicazioni della biomassa sono: • produzione di energia (biopower) • sintesi di carburanti (biofuels) • sintesi di prodotti (bioproducts) I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 37 I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 38 I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 39 I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 40 I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 41 Elettrotecnica UNI I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato ISO S 42 I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 43 FISICA O J I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Effetto Joule. Energia termica sviluppata in un conduttore dal passaggio di energia elettrica: I calore.sviluppato è direttamente proporzionale all'intensità di corrente e inversamente proporzionale alla sezione del conduttore. Legge di Ohm Legge fondamentale della conduzione elettrica, secondo la quale a temperatura costante la differenza di potenziale V tra due punti di un conduttore metallico filiforme è direttamente proporzionale all'intensità i di corrente elettrica che vi fluisce: dove R è la resistenza elettrica. Resistività Grandezza fisica che indica l'attitudine di un materiale conduttore a farsi attraversare dalla corrente elettrica; è il rapporto tra il prodotto della resistenza del conduttore per la sua sezione e la lunghezza del filo: p=R*S/T; si misura in Ω*m Materiali ionizzati Materiali i cui atomi sono carichi positivamente a causa del distacco di uno o più elettroni. Progetto Integrato 44 INGLESE TELEFONATA ORDINE I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 45 ITALIANO W W A I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 46 HANNO COLLABORATO I ragazzi della 2A: Nomi Gli insegnanti La direzione I.T.I.S.Nullo Bldini Ra Progetto Integrato 47